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Amigos Improváveis

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E agora…um poema.

Sou o Calvão da Silva
E tenho muito que ensinar
Ontem ninguém me conhecia
Hoje já sou popular

Tive que ir a Albufeira
Mas para castigo meu
Quem acabou por meter água
Fui, de facto, eu

Foi uma lição de vida
Esta que Deus nos deu
Morreu um Sr. Viana
Antes ele do que eu

Quando eu também morrer
Vou para um lugar adequado
Tudo me vai correr bem
Desde que esteja segurado

O seguro é a resposta
Que toda a gente deve ter
Se não o fizeram a tempo
Então ide-vos f…

Porque Deus nem sempre é bom
Apesar de ser perfeito
Se fosse sempre nosso amigo
Nem sequer me tinha eleito

E olhem que eu nasci humilde
Não me tomem por burguês
Eu que vim de Trás-os-Montes
Que é o Darfur português

Para quem não viu…

SuperColigação

E assim, o SuperColigação encontrou o seu triste fim.

Derrotado pelo SuperMúmia, SuperColigação não verá mais a sua kriptonite, a maioria absoluta.

Não percam o próximo episódio, porque nós também não.

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SuperColigação

4 Out 2015 – 22 Out 2015

Superpoder: engolir sapos

Arquinimigo: SuperIrrevogável

Tic. Tac.

As horas, os minutos e os segundos andavam num reboliço. Era ver os relógios a tremer, os ponteiros a falhar e os cronómetros a fugir quando ele se aproximava. Para eles aquele homem era um ser embrutecido e sem piedade, mas as pessoas que o viam na rua, nem notavam: era só um homem a matar o tempo.

A estranha vida do arzinho.

Era uma vez um arzinho que estava de mal com a vida.

Quase ninguém o via e dizia-se que andava sempre com a cabeça no ar. Estava perdido, solitário e estranho: era imposível reconhecê-lo. Até a mãe dizia que ele andava com mau ar quando antigamente aparecia sempre bem-disposto, sempre a dar o ar de sua graça. O pai, preocupado, tentou convencer o filho a mudar de ares, mas não conseguiu.

Mais tarde, descobriu-se a causa de tudo isto: o ar estava viciado.

Mãezinha, dá licença?

A Ritinha estava farta de brincar sozinha. Por isso, decidiu-se a convencer a mãe a brincar com ela, enquanto esperavam o pai para jantar. A mãe concordou e virou-se para a parede, enquanto Ritinha, do outro lado do corredor, gritava:

-Mãezinha, dá licença?

-Sim. – suspirou a mãe, pensando que só mesmo a brincar Ritinha lhe pedia licença para alguma coisa.

-Quantos passos?

A mãe não podia acreditar no que tinha ouvido. Ruborizou-se e gritou:

-Ai filha, nenhum! Quantos menos Passos melhor!

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